blog dos trilheiros

Cícero Lajes - Neste domingo, 03 de novembro de 2013, os Trilheiros da Caatinga estiveram com o Grupo Onça Pintada, de Parnamirim. Fomos à Serra do Feiticeiro, Pinturas rupestres da Fazenda Santa Rosa e no Túnel da ferrovia abandonada na Fazenda Araras.
Na fazenda Santa Rosa eu realizei dois sonhos ao mesmo tempo: conhecer as pinturas rupestres daquele local e ver uma Cascavel em seu habitat natural. O encontro se deu quando o biólogo Francisco, perseguia um lagarto para fazer fotos e deparou-se com a cascavel descansando em uma loca, provavelmente fazendo a digestão já que estava muito dócil e em nenhum momento proferiu o bote. O biólogo com a ajuda de seu irmão retirou o animal da loca e pôs na areia do rio para fotografá-la melhor, já que encontros como este é difícil; logo após as fotos o animal seguiu seu caminho entrou em outra loca, depois que voltamos ela ainda estava lá. O biólogo Francisco estava emocionado pois a devastação da natureza está fazendo animais como este ficar cada vez mais raro, chamando o evento de um "presente da natureza".
Jota Rodrigues: "Cascavel é o nome genérico dado às cobras venenosas dos gêneros Crotalus e Sistruros. As cascavéis possuem um chocalho característico na cauda, e estão presentes em todo o continente americano. Geralmente, refere-se mais especificamente à espécie Crotalus durissos, cuja área de distribuição se estende do México à Argentina. A cascavel, por razões não bem entendidas, em vez de sair completamente de sua pele antiga, mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. Com o correr dos anos, estes pedaços de epiderme ressecados formam os guizos que, quando o animal vibra a cauda, balançam e causam o ruído característico. Embora no conceito popular o número de anéis do guizo às vezes é interpretado como correspondente à idade desta cobra, isto não é correto, pois no máximo poderia indicar o número de trocas de pele. A finalidade do som produzido pelo guizo é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal. É uma ótima possibilidade de evitar o confronto."





Observe: a pessoa que está manuseando o animal na foto trata-se de um biólogo com experiência, portanto, se você tem coragem mas não tem a técnica não ponha sua vida em risco. O veneno da Cascavel pode ser letal ou trazer complicações para o resto da vida. Porém assim como pode matar, também pode salvar vidas como matéria prima no tratamento de várias doenças. Sendo assim preserve-a.

O grupo Onça Pintada é composto por amigos com ênfase na aventura,
no estudo histórico e biológico seja da mata atlântica, seja da caatinga.
Neste domingo, 03 de novembro de 2013, eles se juntaram aos Trilheiros da Caatinga
em uma expedição cheia de entusiasmo e surpresas.
O grupo chegou em Lajes às 06:30 horas e tomou café na Churrascaria Chimarrão
ao lado do Posto Odom; voltando no sentido Natal, nos encontrou na entrada da
Comunidade Boa Vista, de lá seguimos de carro até o pé da Serra do Feiticeiro
distante 4 KM da BR 304. Na Serra fomos até à Capela da Divina Santa Crus e à Pedra do Anjo,
onde segundo os populares: "um menino por nome de José de Alexandrino se perdeu em
1903 ao acompanhar um rebanho de bode, encontrado apenas 3 dias depois encima dessa pedra já sem vida".
Desde então os populares fizeram uma capela que virou ponto de peregrinação todo dia 03 de maio,
data em que o menino foi encontrado.
Aguarde mais matérias desta aventura!
Foto 1: Caraúba na entrada da Comunidade Boa Vista

Foto 2: tradição herdada do judaísmo na qual seus membros colocam pedras nas cruzes que simbolizam a morte de alguém no local. Na versão nordestina, esse costume é feito na Umburana e também na cruz.
Foto 3: Capela da Divina Santa Cruz
Foto 4: Abastecimento de gasolina no Posto Odom
Foto 5: Trolagem de Leandro Sousa que encheu minha bolsa de pedras da Serra do Feiticeiro. Só percebi em Santa Rosa quando fui guardar outra pedra.
Foto 6: Almoço da turma foi no Restaurante O Cabrito do João às margens da BR 304

- Publicado por Robson Pires - Em Notas - 17 out 2013 - 15:20 -

 

O deputado federal Felipe Maia participou na quinta-feira (17) da abertura do

1º Encontro de Legislação Turística da Ordem dos Advogados do Brasil no

Rio Grande do Norte. O evento promovido pela Comissão de Turismo da

OAB/RN reuniu na sede da seccional potiguar empresários, parlamentares,

estudantes, advogados e representantes da sociedade civil e trade turístico.

No encontro, foram destacados os principais benefícios da criação da

Lei Estadual de Turismo. De acordo com o propositor do projeto na

AssembleiaLegislativa, o deputado estadual Gustavo Fernandes, o

Rio Grande do Norte será o segundo estado brasileiro a propor a iniciativa que

já está em andamento no Rio Grande do Sul.

20131017-152347.jpg

Meu amigo Laelson Lourenço postou em seu Facebook algumas
fotos que conseguiu com um colega se do IBGE que morou em Lajes no passado.
O acervo é bastante inspirador e até mesmo quem não viveu a época das fotos sente-se com saudades.
É curioso vermos que algumas coisas mudaram e outras se mantiveram inalteradas, como a União Caixeiral,
a entrada do Instituto Pio X, a casa de Walter Silva, entre outras coisas.

Foto 1: Quadra Manoel Procópio de Moura: Me chama a tenção nessa foto a fachada da
União Caixeral que é a mesma atualmente; já as casas da família Salviano ganharam um primeiro andar;
também achei interessante o fato de ter duas tabelas de basquete


Foto 2: Rua do Quadro: nessa foto podemos observar duas coisas interessantes:
1 apesar da mudança das fachadas das casas, o formato da rua é o mesmo até hoje
e ainda conserva o apelido de Rua do Quadro; 2 assim como há a praça hoje, observamos
um espaço no centro da rua que era usado para recreação, um parque de diversões
, sua entrada lembra a do Pio X.


Foto 3: "Posto São José (Posto Militão)". Informação de Laelson Lourenço.
Me chama a atenção nessa foto, a rural estacionada, no Facebook algumas pessoas
perguntam se é a de Vércio, mas talvez alguém da família Militão daquela época saiba.


Foto 4: Rua da Delegacia. Destaque para a casa de Walter Silva,
praticamente a mesma fachada atualmente


Foto: 5: Instituto Pio X. Segundo Laélson Lourenço "essa foto é de 1971".
Sua entrada não teve alterações a não ser na pintura. A Praça Monsenhor Vicente de Paula ainda não havia sido construída.

Juntamente com o grupo de turismo Camaleão Expedições,
fomos no sábado, 12 de outubro até o Túnel da Arara e a Caverna do Apertado,
localizados na propriedade de nosso amigo Carlos,
filho do saudoso Ozildo Pereira e neto do ex prefeito Pereira Primo.
Esta Fazenda já pertenceu ao lendário Tomaz Pereira que também
era proprietário de Cacimba de Cima, no tempo em que o Coronelismo
ditava as regras da política e da (in) "justiça" no Nordeste.
O túnel foi escavado pela empresa construtora de redes ferroviárias
The Great in The Western, para dar passagem ao trem que ligaria Lajes à Cerro Corá/Caicó,
mas que nunca foi concluída deixando para trás vestígios do que em
outrora simbolizava o progresso dessa nação. A caverna é uma formação
natural localizada no meio de um cerrote a mais ou menos 10 metros de altura
no pé da parede do Açude do Apertado, por isso o nome Caverna do Apertado.
Saímos de Lajes às 14:00 horas e retornamos às noite às 18:20.
Na trilha percorremos o leito do Açude do Apertado totalmente seco
com a exceção de uma cacimba escavada para saciar as sede dos animais;
depois percorremos 1km subindo uma serra para chegarmos ao túnel de
100 m de extensão; voltamos do túnel por uma trilha ainda desconhecida por
nós mas que eu tinha certeza onde iria dar, e o grupo confiou; na caverna
 subimos e entramos todos nós e ainda caberia mais umas 20 pessoas e quando descemos
o sol já havia se escondido em procura do Oriente.
TRILHEIROS DA CAATINGA:
LEANDRO: (84) 98 51 00 22
EUDES: (84) 96 00 16 59
J. aUGUSTO: (84) 96 14 46 30
CÍCERO: (84) 96 03 54 73

           Caverna do Apertado

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